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terça-feira, 28 de abril de 2015

Assim não dá - Ignorar a Equipe!!!


TODO FUNCIONÁRIO É UM EDUCADOR E NÃO PODE SER TRATADO PELOS GESTORES COMO SE FOSSE INVISÍVEL.





Daniela Almeida - GESTÃO ESCOLAR ANO III - N. 13 - ABRIL/MAIO.

Você sabe como se chama a cozinheira que prepara a merenda?
E o rapaz que recebe as crianças no portão?
Conhecer os funcionários pelo nome, tratá-los com respeito é essencial para uma boa Gestão de Equipe.  É uma maneira de valorizar o indivíduo e dar o exemplo para que a consideração pelo outro seja a base da convivência  escolar. Afinal, o tratamento que o Gestor dispensa ao grupo serve de  referência aos colegas e alunos. Qualquer profissional da área, Administrativa, de limpeza, da cozinha ou da segurança é um educador e sua atuação contribui para melhoria do trabalho pedagógico. Ao receber os alunos e os pais, o porteiro, por exemplo, cria uma relação mais próxima com todos e pode, com isso, ter um controle maior de quem circula por ali, garantindo um ambiente seguro ao aprendizado.  Elogiar um serviço bem feito também é uma forma de reconhecer o funcionário. "Certa vez, um segurança que começou a trabalhar em uma Universidade exigiu a Identificação do Reitor para deixá-lo entrar. Ao perceber o constrangimento do porteiro, o chefe fez questão de parabenizá-lo em público pela serenidade com que exerce seu trabalho", conta o coordenador do curso de Gestão de Recursos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo, Luciano Venelli Costa. Se o Gestor fosse prepotente, teria se sentido ofendido e destratado o profissional. 
Para que um funcionário exerça seu papel a contento, é preciso dar condições, valorizando-o e integrando-o ao grupo. Promover encontros periódicos para ouvi-los e discutir questões pontuais, assim como convidá-los ás reuniões de equipe, são boas iniciativas. Sugerir ainda que acompanhem os alunos nas excursões, além de melhorar a formação cultural, facilita a interação. Só não vale chamá-los par conversas em que eles não poderão colaborar.  "Se o Tema não tem a ver com o que fazem, eles podem se sentir deslocados", Alerta COSTA.

Postado por: Patrícia Moraes

terça-feira, 7 de abril de 2015

Educação x Escolarização - Mário Sérgio Cortella





Atenção, papais e mamães desta geração. Não se tornem reféns dos seus pequenos. Este cara falou TUDO o que eu penso.

Postado por: Patrícia Moraes

Maior Flor do Mundo | José Saramago






E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?

Postado por: Patrícia Moraes

sábado, 4 de abril de 2015

Dislexia


 A dislexia é considerada uma dificuldade na leitura, escrita e soletração de palavras. Geralmente o problema é  identificado por professores da Educação Infantil que acabam tendo dificuldades na hora de alfabetizar o aluno.
 Saiba como identificar a dislexia em seus alunos 

 Ainda não há um consenso por parte de especialistas para definir a causa exata do problema. Muitos acreditam  que doses elevadas de testosterona durante a gestação podem ser uma das causas. Isso explicaria também o  fato de que muitos dos casos de dislexia são diagnosticados em pessoas do sexo masculino.

 A dislexia pode ser classificada de diversas formas, porém a classificação tradicional separa o problema em  cinco categorias diferentes:

• Dislexia disfonética: dificuldade na audição, apresentando dificuldade na análise e síntese de fonemas, além de alteração na ordem das letras e sílabas. 
• Dislexia diseidética: dificuldade na percepção visual, análise e síntese de fonemas. Além disso, é comum perceber a mistura e fragmentação de palavras. 
• Dislexia visual: Pouca percepção visual e dificul
 Achei prático e objetivo, bem esclarecedor, deixa de uma maneira clara e direta como funciona o nosso      cérebro  quando ele está com alguma alteração."dade no processamento cognitivo de imagens. 
• Dislexia auditiva: Pouca percepção auditiva, além de dificuldade em interpretar o som das sílabas. 
• Dislexia mista: combinação de mais de um tipo de dislexia.






Em grande parte dos diagnósticos de dislexia são apontadas dificuldades na aprendizagem da decodificação das palavras. Estes pacientes têm grande dificuldade na associação do som à letra e costumam trocar algumas das letras (b e d, por exemplo). Outra característica dos diagnósticos é a troca de elementos dentro de uma palavra. Exemplo: “ovóv” ao invés de “vovó”.
Confira alguns dos sintomas comuns de pessoas com dislexia:
• Confusão de letras assimétricas; 
• Inversão de sílabas; 
• Omissões de grafemas; 
• Omissões de sílabas; 
• Confusão entre letras, sílabas ou palavras com poucas diferenças na forma de escrever: a-o; c-o; e-c; f-t; h-n; i-j; m-n; v-u; etc; 
• Confusão entre letras, sílabas ou palavras com formato similar, mas diferente direção: b-d; b-p; d-b; d-p; d-q; n-u; w-m; a-e; 
• Confusão entre letras que possuem um ponto de articulação comum, e, cujos sons são acusticamente próximos: d-t; j-x;c-g;m-b-p; v-f; 
• Inversões parciais ou totais de sílabas ou palavras: me-em; sol-los; som-mos; sal-las; pal-pla; 
• Alterações na memória de séries e sequências; 
• Dificuldades em matemática; 
• Confusão com relação às tarefas escolares; 
• Pobreza de vocabulário; 
• Escassez de conhecimentos prévios (memória de longo prazo).
Ao detectar a dislexia no aluno, é importante comunicar imediatamente aos pais e indicar a intervenção de um especialista caso a escola não tenha um profissional capacitado para realizar o tratamento da criança.
A intervenção na dislexia é feita normalmente por dois métodos de alfabetização: multissensorial (indicado para crianças mais velhas) e fônico (indicado para crianças mais jovens e que estão no início da alfabetização). Muitos especialistas garantem que, apesar de não ter cura, a dislexia pode ser driblada através de métodos que reorganizam o cérebro e dão cobertura a essa deficiência.
Fonte: Planeta Educação

Postado por: Patrícia Moraes

 
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